
Com as taxas de desemprego subindo a níveis alarmantes, a chance de obter uma boa colocação aumenta conforme cada candidato se prepara. Na disputa por uma vaga, leva vantagem quem estuda mais, empenhando-se com seriedade na construção de um currículo que realmente interesse aos empregadores. ''A perspectiva de conseguir um emprego depende muito de quanto a pessoa investe na própria formação'', afirma o economista Naércio Aquino Menezes Filho, professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo.
Quem está com dificuldade de arrumar emprego deve, portanto, fazer cursos que agreguem valor ao currículo. Cursar uma boa escola pode ser decisivo, mas só o nome da faculdade não garante emprego. Um bom currículo, hoje, pode ser medido justamente pela quantidade de atividades extracurriculares. Isso porque as empresas estão cada vez mais interessadas em pessoas criativas. Quem procura o primeiro emprego não tem uma grande vivência profissional. Mas pega bem, por exemplo, ter envolvimento com algum trabalho voluntário. Ele ajuda a formar espírito de equipe e demonstra seus valores pessoais, como ética e cidadania.
Ter familiaridade com funções e tarefas do dia-a-dia da profissão é muito útil. O estágio é a porta de entrada de muitas empresas, que preferem efetivar quem já está familiarizado àquela cultura e estilo de gestão, em vez de buscar alguém com vícios de outra companhia. Para quem está na faculdade, o estágio complementa a formação teórica com a vivência prática. Para os recém-formados que não têm muita experiência, a melhor alternativa está nos programas de trainee, oferecidos pelas grandes empresas. Trainee significa aquele que está sendo treinado. É o funcionário que circula por várias áreas da empresa e aprende como ela funciona. Uma hora, a oportunidade aparece
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