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domingo, 6 de dezembro de 2009

"Você é empreendedora?


Seu sonho de abrir um negócio esbarra na dúvida: você leva jeito para ser empresária? Antes de investir tempo e dinheiro num negócio próprio, veja se possui as características abaixo. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), elas são pontos comuns aos 16,5 milhões de empreendedores do país.
. Busca de oportunidade e iniciativa
. Correr riscos calculados
. Exigência de qualidade e eficiência
. Busca de informações
. Persistência
. Comprometimento
. Estabelecimento de metas
. Persuasão e rede de contatos
. Planejamento e monitoramento
. Independência e autoconfiança
As 6 qualidades essenciais da empreendedora
O livro ''Sua Carreira - Planejamento e Gestão'', de Ricardo Xavier, presidente da Manager Assessoria em Recursos Humanos, traz dicas para uma boa ação empreendedora. Segundo ele, os ingredientes fundamentais são:
. Conhecimento: o empreendedor deve ter um mínimo de domínio sobre administração, sobre o mercado em que vai atuar e sobre a atividade que realizará.
. Otimismo: o otimista, além de enxergar oportunidades, se mantém firme quando as coisas não vão bem.
. Motivação: gostar do que faz torna tudo mais fácil.
. Iniciativa: é preciso arregaçar as mangas.
. Disciplina: não se pode esbanjar dinheiro, descuidar da qualidade e dos funcionários.
. Persistência: problemas sempre aparecem. É preciso insistir para atingir resultados.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

"Conquiste uma carreira de sucesso "

Cumpra horários

Se perder a hora já não pega bem para efetivos, imagine para um temporário. ''Não convém se atrasar ou pedir para sair mais cedo'', diz a diretora de comunicação da Asserttem*, Jismália Alves. Se tiver mesmo de ir ao médico, volte ao batente com o atestado e reponha as horas.

Seja coerente

Coloque em prática todas as qualidades apontadas em seu currículo, aquelas que você destacou durante a entrevista para a vaga. Isso demonstrará que, além de ser uma pessoa confiante, é confiável também

Seja pró-ativa

''Não espere que peçam sua ajuda para resolver um problema'', ensina o especialista em motivação Wilson Mileris. Caso tenha competência, tome a iniciativa e apresente soluções práticas. Aproveite para estudar mais sua área de atuação. Querer mais conhecimento é sempre uma boa maneira de demonstrar interesse em continuar na empresa.

Esbanje simpatia

Acredite, tratar clientes e colegas com bom humor contará pontos a seu favor. Assim, mesmo que não tenha um desempenho técnico exemplar, terá boa aceitação para disputar uma vaga efetiva. Um conselho para conseguir agir dessa forma é deixar os problemas pessoais em casa.

Cuide do visual

Vista-se de maneira adequada para o ambiente de trabalho, ou seja, nada de peças extravagantes. A maquiagem também deve ser discreta. Manter sempre as unhas e os cabelos limpos também contabiliza pontos a seu favor.

Vista a camisa

Dedique-se ao máximo e mostre-se interessada em cumprir as metas estipuladas pela empresa. Ser organizada e ambiciosa é um bom caminho para conquistar a vaga.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

"Equilibrando pratos "

Acho que a melhor imagem para ilustrar a situação da mulher atual é a do equilibrista de pratos. Sabe o cara que pega uma vareta, coloca um prato em cima e põe para rodar? Aí ele pega outra vareta, põe outro prato, e outro, e outro, e quando já juntou um monte, ele volta para rodar novamente o primeiro, para não deixar cair. Como é difícil manter o ritmo certo e voltar na hora exata a cada prato antes que ele se espatife no chão... e cada vez colocam mais pratos.

A gente está lá, rodando o prato do estudo e do namoro. Juventude, época boa: pouca preocupação e a vida toda pela frente. Até aí, só dois pratos – maravilha. Começa a trabalhar – opa, mais um prato. Já virou desafio.

Com a faculdade, vem o estágio – nem sempre dá pra largar o emprego, porque estágio ou não é remunerado, ou paga pouco: continua o prato do trabalho – e volta lá no prato do namoro pra não cair.

Você se forma, resolve casar, precisa investir na carreira, vêm os filhos, casa pra cuidar, não deixar casamento cair na rotina, estar bonita, estar em forma, depilar, cuidar dos pais, guardar dinheiro para o carro novo, compras do mês, organizar viagem de férias, marido ficou doente! Gente, é muuuuito prato.

Para quem não me conhece, antes de continuar eu vou avisar que sou totalmente a favor da igualdade, liberdade e do movimento feminista. Mas às vezes eu converso com senhoras de outras gerações e fico me questionando quando as escuto falar: “a mulherada de hoje trabalha demais. Elas queriam tanta liberdade, trabalhar, dividir a conta. Agora trabalham fora, dentro e ainda sustentam os filhos”.

Vejo mulheres frustradas porque deixam filho doente para ir trabalhar. Outras que tiveram que congelar a carreira para não deixar o prato da família desabar. Escolhas difíceis. Vamos combinar que a gente queimou o sutiã em praça pública e o peito caiu!

Não é à toa que encontramos tantas mulheres em cursos de ayurveda, meditação, reiki, shiatsu, feng shui. Estamos tentando encontrar o caminho perdido, ou melhor, um novo caminho. Chegamos até aqui – e agora, o que será daqui pra frente? Haja meditação...

Precisamos rever valores, repensar prioridades, buscar alternativas. Vejo um novo momento surgindo – uma espécie de retorno, não ao passado, mas ao futuro. Um futuro que parece ter ficado lá atrás, esquecido nos sonhos de fazer um novo mundo.

Enquanto procuramos respostas, precisamos continuar a manter os pratos bem equilibrados, rodando vivamente. E, claro, fazemos tudo isso de salto alto, como só as mulheres conseguem fazer.

"MULHER ATUAL"

A mulher atual trabmulheresalha, estuda, é dona-de-casa, gosta de cozinhar, leva filho, o gato e o cachorro para passear, vai em reuniões de escola, discute com o síndico, é uma grande amante para o marido, paquera os homens, liga para o afair… uffa cansei só de inumerar as ntarefas que são atribuídas à mulher hoje. Sem dizer que durante um terço cada mês estamos de TPM, menstruadas ou no período fértil.

Outro fator bem complicado com o qual temos que lidar é com a ditadura da beleza. Claro que gostamos de nos cuidar, passar milhares cremes (um para cada coisa), eliminar estrias, celulites e gordura localizada, mas não é isso que define o conceito de “beleza”. Definitivamente, não! Óbvio que um tratamento estético faz bem para a auto-estima de qualquer pessoa vide os programas de transformação/novo nascimento/milagre que passam nos Estados Unidos que transforma Dercy Gonçalves em Giselle Bündchen. Claro que não estou me referindo a estas pessoas que precisam até mudar seu RG depois de uma intervenção plástica-estética-existencial.

A única coisa a que me refiro é que podemos nos dar o direito de usufruir de tudo isso (cremes, cirurgias, ginástica etc.) sem ficar neuróticas. Somos seres diferentes uns dos outros e, paradoxalmente, queremos nos parecer com modelos que fazem dietas baseadas em alface e água. Meninas que reféns desta ditadura tornam-se magras a ponto de encontrar-se com a decrepitude da anorexia e com a morte.

Vire e mexe, as mulheres se vêem impelidas a usar o corte de cabelo da personagem da novela, o bracelete, o brinco, a blusa da moda etc. Ter estilo não é usar o que todo mundo usa!

Tá bom! Nossas avós queimaram sutiãs, mas ainda gostamos de homens que nos abrem portas, que nos mandem flores e que nos elogiem. Isso não é ser romântica, mas sim a noção de que gentileza não faz mal a ninguém!

"Aposte em sua formação profissional "


Com as taxas de desemprego subindo a níveis alarmantes, a chance de obter uma boa colocação aumenta conforme cada candidato se prepara. Na disputa por uma vaga, leva vantagem quem estuda mais, empenhando-se com seriedade na construção de um currículo que realmente interesse aos empregadores. ''A perspectiva de conseguir um emprego depende muito de quanto a pessoa investe na própria formação'', afirma o economista Naércio Aquino Menezes Filho, professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo.
Quem está com dificuldade de arrumar emprego deve, portanto, fazer cursos que agreguem valor ao currículo. Cursar uma boa escola pode ser decisivo, mas só o nome da faculdade não garante emprego. Um bom currículo, hoje, pode ser medido justamente pela quantidade de atividades extracurriculares. Isso porque as empresas estão cada vez mais interessadas em pessoas criativas. Quem procura o primeiro emprego não tem uma grande vivência profissional. Mas pega bem, por exemplo, ter envolvimento com algum trabalho voluntário. Ele ajuda a formar espírito de equipe e demonstra seus valores pessoais, como ética e cidadania.
Ter familiaridade com funções e tarefas do dia-a-dia da profissão é muito útil. O estágio é a porta de entrada de muitas empresas, que preferem efetivar quem já está familiarizado àquela cultura e estilo de gestão, em vez de buscar alguém com vícios de outra companhia. Para quem está na faculdade, o estágio complementa a formação teórica com a vivência prática. Para os recém-formados que não têm muita experiência, a melhor alternativa está nos programas de trainee, oferecidos pelas grandes empresas. Trainee significa aquele que está sendo treinado. É o funcionário que circula por várias áreas da empresa e aprende como ela funciona. Uma hora, a oportunidade aparece

"Emprego x Família "

''Você me ama? Vou passar camisas.'' A frase parece ter saído da boca de uma dona de casa de antigamente, daquelas que esquentavam a barriga no fogão e a esfriavam no tanque, trajando penhoar e chinelos. Parece, mas não saiu. Surgiu na verdade de uma carinhosa troca de e-mails entre Maria Carolina Piovesan, 29, e seu marido, o advogado Ernesto Piovesan, 32. Carolina, assim como as outras entrevistadas desta reportagem, já trabalhou fora, mas optou por largar a carreira para cuidar dos filhos - no caso dela, Gabriel, de 2 anos e 5 meses.
Formada em direito, ela foi sócia do marido em um escritório de advocacia por um ano e abdicou do trabalho há três. Ficou mal por abrir mão da sociedade, mas não se arrepende. ''Na época eu não tinha escolha, porque engravidei, casei e montei apartamento ao mesmo tempo'', conta. ''Como detesto a ideia de que o meu filho seja criado por uma babá, não tenho planos de voltar a trabalhar tão cedo.''
Carolina gosta de deixar bem passadas as camisas do marido e de fazer pratos sofisticados para ele. Concorda até em ser chamada de dona de casa, mas de Amélia, jamais. O termo ficou famoso como sinônimo de ''mulher do lar'' por causa do samba
Ai, que Saudades da Amélia, de Mário Lago e Ataulfo Alves. Lançada em 1941, a música ressaltava as virtudes de uma Amélia que se dedicava de corpo e alma ao bem-estar do marido - o refrão dizia que ''Amélia não tinha a menor vaidade, Amélia é que era mulher de verdade''.
Os motivos para a nova geração de donas de casa rejeitarem com tanta veemência esse estereótipo é óbvio. Em primeiro lugar, elas são vaidosas, sim, e muito. E abandonaram a vida profissional não por falta de opção ou por pressão do marido - foi escolha pessoal. ''As mulheres aprenderam a escolher o que lhes traz felicidade, mesmo que isso implique em assumir papéis considerados mais tradicionais'', diz a antropóloga Mirian Goldenberg, especialista em questões de gênero e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). ''Elas perceberam que causa um estresse danado tentar provar perfeição o tempo todo em todos os domínios da vida. A guerra entre os sexos já não é ferrenha como no passado. Ela fazia sentido naquele momento de afirmação de direitos e busca de igualdade, mas isso passou. Os homens deixaram de ser vistos como inimigos.''